terça-feira, 12 de agosto de 2014

Reforma Tributária?


Mais ou menos uns vinte anos que ouço falar na citada REFORMA TRIBUTÁRIA, porém, gostaria de lembrar apenas que a historia dos impostos em nosso país vem desde que éramos COLÔNIA, bem como, desde o descobrimento do nosso país já se praticavam a cobrança de impostos. Na época quando éramos BRASIL COLÔNIA cobrava-se o quinto real, ou seja, vinte por cento (20%) de toda a produção, uma sugestão de leitura é o livro 1808 do escritor Laurentino Gomes, atualmente pagamos o equivalente a dois quintos reais daquela época, pois, segundo o IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação) pagamos em 2013 a monta de aproximadamente 40% sobre nossa renda.

Analisando o cenário econômico sobre o qual nos encontramos atualmente, o impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) registrou a marca de R$ 1 trilhão nesta terça-feira (12/8) por volta das 11h conforme consta do Portal IG > Economia. A quantia foi paga pelos brasileiros desde 1º de janeiro de 2014 em impostos, taxas e contribuições para União, Estados e municípios. Neste ano, o valor de R$ 1 trilhão chega 15 dias antes do que em 2013 – o montante foi alcançado no dia 13 de setembro, 35 dias antes que no ano retrasado. Isso indica aumento da carga tributária.


O aumento da carga tributária é assustador em todos os sentidos, segundo Samy Dana colunista da Folha de São Paulo em parceira com o professor Fernando Antônio Agra Santos da Universidade Salgado de Oliveira, o Brasil é o país com a maior carga tributária dentro do BRICs – bloco formado por países como Rússia, China, Brasil, Índia e África do Sul–, de acordo com o observado no gráfico abaixo e disponível no link: < http://www1.folha.uol.com.br/colunas/carodinheiro/2014/01/1394801-a-tao-sonhada-e-necessaria-reforma-tributaria.shtml>  Acesso em 12 ago. 2014.


E a pergunta que fica é:

A reforma tributária no Brasil será uma realidade ou uma lenda?

terça-feira, 27 de maio de 2014

Palestra - Educação Financeira



Funcionários da empresa COVRE, prestigiaram a palestra Educação Financeira, ministrada pelo Professor Willian Ferreira dos Santos, na Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho – SIPAT no dia 21/05/2014 no auditório da empresa.


Com duas apresentações uma iniciada as 13h:30min. e termino as 14h:30min e outra iniciada as 15h:00min. e termino as 16h:00min. o professor proferiu sobre os seguintes tópicos do assunto em questão:

Por que falar em educação financeira? O que é qualidade de vida? Importância do assunto educação financeira na SIPAT, O dinheiro na vida das pessoas, Fatores que impulsionam o consumo, Avaliação pessoal (reflexão), Trabalhando em família, Decisões de consumo, Sintomas de falta de controle em relação ao dinheiro, Prevenir, melhor que remediar, Planejamento financeiro, Plano de Metas, Orçamento Familiar, Para fazer um orçamento e, Avaliação do orçamento, Resultado, Tipos de consumidor, Equilíbrio financeiro da família, Aprenda a economizar, Interferências de situações financeiras no ambiente de trabalho, Exemplos de planilhas financeiras, Dicas para seu dinheiro render mais, Relevância do assunto em questão na SIPAT – Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho.


Houve uma participação muito positiva e harmônica de todos os participantes com perguntas ao palestrante e troca de ideias e informações e, o professor fez uma dinâmica com dois participantes para demonstrar as diferentes formas que impulsionam o consumo.


A palestra aconteceu no auditório da empresa no dia 21/05/2014 com duas apresentações uma iniciada as 13h:30min. e termino as 14h:30min e outra iniciada as 15h:00min. e termino as 16h:00min.


Ocorreu também a menção de alguns casos tipos do dia a dia e exemplos práticos sobre a importância do assunto em questão, relacionados com riscos em ambiente de trabalho, acontecimentos imprevistos, ou seja, interferências pessoais no ambiente profissional.


Algumas perguntas também foram mediadas pelo palestrante, bem como, exemplos de casos pessoais de alguns participantes forma importantes para o desenvolvimento da palestra em questão.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Palestra - SPED - Sistema Público de Escrituração Digital



Empresários, Diretores de Empresas, Gerentes e Profissionais da Área Fiscal e Contábil, prestigiaram a palestra SPED – Sistema Público de Escrituração Digital, ministrada pelo Professor Willian Ferreira dos Santos, professor da UNIMEP - CAPACIT (Centro de Capacitação Profissional e Corporativa) no dia 16/07/2013.


Com aproximadamente 70 (setenta) inscritos participantes da palestra e lista de espera, o professor proferiu sobre os seguintes tópicos do assunto em questão:

O que é contabilidade? (importância, objetivo, obrigatoriedade, legislação, normas e essencial fundamental do controle do patrimônio), demonstrações financeiras e contábeis, resultado operacional e fluxo contábil, livros contábeis e fiscais, o que é SPED? (legislação, objetivo, obrigatoriedade, complexidade, benefícios e cuidados com informações prestadas ao fisco), hierarquia do SPED em sua criação em 2007, cadastro sincronizado nacional, NF-e - Nota Fiscal Eletrônica, Projeto Piloto NF-e, Empresas Piloto, Processo de Massificação Voluntária, Obrigatoriedade de Entrega, Década de 80 e 90 (Substituição da Máquina de Escrever por Computadores), AIDF (Autorização de Impressão de Documentos Fiscais), Substituição da AIDF Papel para a AIDF Eletrônica, Extinção da AIDF Eletrônica e Adoção da NF-e do Projeto SPED, Fato Gerador, Sujeito Ativo, Sujeito Passivo, Obrigação Principal e Obrigação Acessória, Certificação Digital, Criptografia Assimétrica, ICPBrasil, Credenciamento da Nota Fiscal Eletrônica no Estado de São Paulo, Processo de Implantação de Nota Fiscal Eletrônica, DANFE (Documento Auxiliar de Nota Fiscal Eletrônica), Arquivo XML, EFD - Escrituração Fiscal Digital, Substituição de Livros Fiscais Manuais para o Processo Digital, Consulta Obrigatoriedade de Entrega da EFD - Escrituração Fiscal Digital, Leiaute da EFD - Escrituração Fiscal Digital, Tabelas, Blocos, Etc. Guia Prático de Entrega da EFD - Escrituração Fiscal Digital, Processo de Implantação da EFD - Escrituração Fiscal Digital, ECD - Escrituração Contábil Digital, Substituição dos Livros Contábeis Manuais para o Processo Digital, Legislação Pertinente, PVA (Programa Validador e Assinador), Processo de Implantação da ECD - Escrituração Contábil Digital, Geração do Arquivo TXT para Entrega ao Fisco, Modelo de Recibo de Entrega, Prazos de Entrega, Obrigatoriedade de Entrega, Multas por Atraso na Entrega.


Houve uma participação muito positiva e harmônica de todos os participantes com perguntas ao palestrante e troca de ideias e informações e, o professor fez questão de levar um livro copiador (LIVRO DIÁRIO) da década de 80, para que todos os participantes tivessem ideia de como era feito a contabilidade de forma manual.


A palestra aconteceu no auditório da ACIPI (Associação Comercial e Industrial de Piracicaba) - Espaço Escola de Negócios com 02h:30min. de duração iniciando as 19h:30min. e finalizando as 22h:00min.


Ocorreu também a menção de alguns casos tipos do dia a dia nas empresas pelo Professor Willian Ferreira dos Santos e, tivemos a participação positiva dos participantes na construção, desenvolvimento e esclarecimento das dúvidas inerentes ao SPED - Sistema Público de Escrituração Digital, o que fez com que os participantes pudessem ter uma melhor reflexão sobre os tópicos abordados.


Algumas perguntas também foram direcionadas ao posteriormente ao e-mail do palestrante, que gentilmente fez questão de responder todas as questões.


quarta-feira, 15 de maio de 2013

REUNIÕES PRODUTIVAS



Em muitas das vezes e, em muitas empresas, muitas reuniões acabam atrapalhando e atravancando o desenvolvimento dos negócios na companhia do que trazendo soluções e resultados esperados.


Esse quadro é possível por não existir um planejamento antes e durante as reuniões para que elas atinjam sua efetividade com total sucesso. Mediante essas situações segue sugestão de como montar reuniões produtivas.

Antes de qualquer coisa é preciso entender que, o fluxograma aceito em uma reunião, é um fluxograma que serve para balizar os assuntos a serem tratados na reunião, a necessidade da participação de todos os envolvidos no assunto inerente a reunião, a flexibilidade por parte do gestor (mediador da reunião) para lidar com situações complicadas, inesperadas, difíceis e problemáticas, bem como, gerir comportamentos inadequados na reunião, ter boa postura para as apresentações dos assuntos nas reuniões e, expertise para criar e desenvolver plano de ação em conjunto com os participantes na reunião, expondo assim que o mediador possui know-how suficiente para trabalhar em equipe e liderar projetos e pessoas na organização.

Fluxograma do planejamento e execução de uma reunião[1]




 Para que uma reunião tenha o sucesso esperado, se faz necessário acontecer o que se segue no fluxograma acima;

1.       Planejar: O planejamento é a base do sucesso nas reuniões;
2.       Participação: Todos os envolvidos precisam participar na reunião;
3.       Comportamentos: É necessário que o mediador da reunião tenha flexibilidade suficiente para lidar com comportamentos inadequados durante a reunião;
4.       Plano de Ação: O mediador teve estabelecer planos de ação efetivos para o alcance dos resultados esperados, analisando criteriosamente alguns fatores: tempo, custo e responsáveis;
5.       Apresentação: Muito importante que o mediador tenha uma boa eloquência ao discorrer sobre os assuntos a serem tratados na reunião, bem como ter boa técnica de apresentação para que os assuntos sejam tratados de forma clara e objetiva.

Cada equipe ou organização acaba, de uma forma ou de outra, encontrando maneiras eficientes de realizar reuniões. No entanto, por questão de um ou outro detalhe em como ela é feita, diversas pessoas acabam se deparando com reuniões improdutivas e que por muitas vezes desperdiçam o tempo dos envolvidos.

1.       As reuniões acabam sempre sendo um ponto crítico de sucesso do projeto.

São nas reuniões de projeto em que se reúne a equipe (toda ou parcial) e decisões ou planos de ações são tomados. Essas decisões que acabarão definindo o andamento, realinhamento do escopo, planejamento e re-planejamento do projeto. 

2.       Esquema básico de uma reunião[2]



2.       Reuniões produtivas unem a equipe do projeto, criam sinergia, e alinham todas as ações tomadas de forma a entregar o que foi planejado.

Vamos, então, direto ao ponto. Abaixo são listadas as principais características que tornam as reuniões mais produtivas:

A.      Toda reunião deve ter um objetivo

§ Prepare uma pauta (desde um e-mail informal até um documento impresso), que expresse bem o que será discutido na reunião agendada;

§ A pauta deve ser distribuída com antecedência para os participantes, e não no início da reunião. Isso permite que as pessoas se prepararem para o que será discutido.

B.      Os horários devem ser respeitados

§ Defina bem os horários de início/fim da reunião;

§ Todos os membros da reunião devem chegar no horário marcado.

C.      As pessoas certas devem estar na reunião

§ As reuniões nem sempre precisam envolver a equipe inteira do projeto. Devem-se trazer as pessoas que estão relacionadas com o objetivo da reunião, para que o plano de ação resultante seja mais efetivo.

D.      O ambiente deve ser informal e agradável

§ A reunião deve sempre ter um condutor, que estabeleça as regras da reunião e permita que todos os participantes, de fato, participem do que está sendo discutido na reunião;

§ Discussões ocorrem, e são boas quando são construtivas. Ou seja, ao invés de apenas falar que algo está errado ou que não vai bem, proponha, uma forma de resolver o problema.

E.       A ata deve ser um plano de ação

§ Uma ata não deve ser apenas um registro do que foi dito na reunião. Ela também deve ser um plano de ação que a equipe irá executar para cumprir os objetivos do projeto.

No Google Drive, disponibilizei um modelo de ata e de pauta que pode ser acessado gratuitamente.

Concluindo, tornar uma reunião produtiva ajuda a unir a equipe do projeto, criando sinergia e tornando a comunicação mais eficiente, além de sempre alinhar as ações tomadas de forma a entregar o que foi planejado.

Abaixo relaciono algumas dicas a seguir antes e durante uma reunião.

A.      ANTES DA REUNIÃO:

1.       Primeiro precisamos identificar o tipo de reunião, bem como termos uma pauta das nossas reuniões;
2.       Estimar o tempo de duração de cada tópico da reunião e, em nossa opinião é que as reuniões não ultrapassem 1 (uma) hora de duração, pois, além disso, acreditamos que a reunião se torna cansativa, exaustiva, bem como, tem grandes possibilidades de perder o foco dos assuntos a serem desenvolvidos;
3.       Identificar quem serão os envolvidos nessas reuniões;
4.       Definir o número de participantes, local, data, horário e o tempo dessas reuniões, bem como cumprir esses quesitos;
5.       Elaborar um cronograma (agenda) das reuniões com etapas a ser seguidas;
6.       Comunicar os participantes dessa reunião com antecedência.

B.      DURANTE A REUNIÃO:

1.       Ouvir o que as pessoas estão dizendo, aceitar como um ponto de vista diferente e, analisar se realmente tem sentido o que esta sendo exposto pela pessoa;
2.       Usar as reuniões para solucionar problemas e NÃO para intimidar ou medir forças com outros participantes da reunião;
3.       Muito importante que tenhamos um feedback ao final da reunião de como ela foi conduzida, bem como, estabelecer prazos para o que se desenvolveu nessa reunião;
4.       Estar atento a participação de todos os envolvidos é de suma importância, bem como introduzi-los no contexto discutido na reunião, outrossim, é de suma importância a participação de todos na reunião;
5.       Analisar se as pessoas que estão participando da reunião estão compreendendo o assunto, bem como se estão comprometidas com a reunião;
6.       Anotar em uma folha apartada (folha de pendências) todos os assuntos que não estejam no contexto da reunião, bem como quando isso ocorrer, com a maior diplomacia e profissionalismo trazer o contexto da reunião a tona e não deixar que assuntos alheios sejam despendidos a todo momento na reunião;
Definir ações, responsáveis pelas ações e, prazos de forma democrática e participativa e jamais ditatorial.


[1] Figura desenvolvida pelo autor deste artigo.

[2] Figura desenvolvida pelo autor deste artigo.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Planejamento Estratégico ou Planejamento Orçamentário?




Ciclo Funcional do Planejamento Orçamentário (Orçamento Empresarial)


Dentre algumas estratégias existentes em uma determinada empresa, se faz necessário que seja desenvolvido um planejamento orçamentário, para que então a, empresa consiga atingir os objetivos determinados através da missão, visão e políticas da empresa.

Planejamento estratégico é um conjunto de objetivos para a seleção de programas de ação e para sua execução, levando em conta as condições internas e externas à empresa e sua evolução esperada, nesse sentido podemos afirmar que são ideias construídas e alicerçadas para que se tenha êxito e sucesso esperado por seus acionistas.

Planejamento orçamentário é comummente conhecido ao setor governamental, regido pela nossa legislação, porém no que tange a esfera privada, planejamento orçamentário toma outra conotação, que nada mais é do que um plano financeiro estratégico de uma administração para determinado exercício, dessa forma podemos atestar que um planejamento orçamentário é o mesmo que um orçamento empresarial, onde são identificados os componentes do planejamento financeiro com a utilização de um sistema orçamentário, entendido como um plano abrangendo todo o conjunto das operações anuais de uma empresa através da formalização do desempenho dessas funções administrativas gerais.

O planejamento orçamentário pode envolver vários profissionais dentro de uma empresa (contador, engenheiro, advogado, controller, economistas, consultores, etc.), pois necessita ter uma abrangência do todo do negócio da empresa e, precisa ser sistêmico e eficaz.

Uma empresa sem um competente planejamento orçamentário é o mesmo que um navio em alto mar a deriva, segue abaixo dicas para se iniciar a construção e a montagem de um planejamento orçamentário.


10 Passos para elaboração do orçamento
  1. Projetar faturamento e margem por marca e/ou família de produtos;
  2. Projetar crescimento por marca e/ou família de produtos;
  3. Definir Ciclo Operacional;
  4. Calcular necessidade e exigência de fluxo de caixa;
  5. Analisar Break-Even-Point por marca e/ou família de produtos;
  6. Planejar e Maximizar “mix” de marcas e/ou famílias de produtos conforme Margem de Contribuição;
  7. Calcular ROI – Retorno Sobre Investimento - por marca e/ou família de produtos;
  8. Ratificar Orçamento compondo DRE  - Demonstrativo de Resultados;
  9. Definir fontes de investimentos e priorizar projetos estratégicos;
  10. Definir objetivos e metas por área(s) funcional(is) e unidades de negócios.